Publicado por: Marcelo José de Sá Diretor-Presidente e Editor-Geral do Site do Jornal Espaço
Suspeito é preso após crime no Dia das Mães

Suspeito foi preso após crime no Dia das Mães. Foto: Reprodução/RECORD Minas
Um menino de 4 anos foi morto a pauladas na cidade de Frutal, no Triângulo Mineiro, neste domingo (10), Dia das Mães. O suspeito, um homem de 42 anos, foi preso pela polícia e quase foi linchado por moradores revoltados.
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada inicialmente após denúncia de que o suspeito teria matado um cachorro afogado. No endereço informado, os militares encontraram o animal amarrado por uma corda.
Pouco depois, uma nova denúncia levou os policiais até uma residência da cidade, onde o mesmo homem teria invadido o imóvel armado com uma faca e uma ripa de madeira. Segundo relato da mãe da criança, ele anunciou um roubo e tentou levar a televisão da casa.
Ainda conforme a mulher, ela foi agredida com socos, amarrada e deixada nos fundos da residência. Durante a ação, o filho dela, diagnosticado com autismo, teria ficado agitado. Nesse momento, o suspeito pegou o pedaço de madeira e atingiu a criança várias vezes na cabeça.
Menino foi colocado em saco plástico
Após as agressões, o homem colocou o menino dentro de um saco plástico preto e deixou o corpo a cerca de 150 metros da residência. A criança ainda foi encontrada com vida, em estado gravíssimo, levada ao hospital e intubada, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
À polícia, a mãe afirmou que não tinha qualquer relação com o suspeito e que ele invadiu a casa sozinho.
Menino foi colocado em saco plástico
Após as agressões, o homem colocou o menino dentro de um saco plástico preto e deixou o corpo a cerca de 150 metros da residência. A criança ainda foi encontrada com vida, em estado gravíssimo, levada ao hospital e intubada, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
À polícia, a mãe afirmou que não tinha qualquer relação com o suspeito e que ele invadiu a casa sozinho.
Durante o depoimento, o suspeito afirmou que estava “com a cabeça perdida”. Ele também disse que já havia sido vizinho da família e alegou que queria se vingar porque a criança fazia barulho e ouvia música alta, motivo que teria usado para justificar o crime.
O caso será investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais.
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