sexta-feira - 23 - outubro - 2026

Polícia \ Cidades \ Caiapônia: Em Goiás, adolescente de 17 anos mata o próprio filho, um bebê de 3 meses, porque ele não parava de chorar

Publicado por: Marcelo José de Sá Diretor-Presidente e Editor-Geral do Site do Jornal Espaço

Pai confessou ter apertado o pescoço da criança, que chegou ao hospital sem vida e apresentava diversos hematomas pelo corpo
Em Goiás, adolescente de 17 anos mata o próprio filho, um bebê de 3 meses, porque ele não parava de chorar

Criança estava sob os cuidados do pai, em uma residência no Setor Sul, enquanto a mãe, de 18 anos, trabalhava. (Foto: Reprodução)

Um bebê, de apenas 3 meses, morreu após ter o pescoço apertado pelo próprio pai, um adolescente de 17 anos, porque não parava de chorar. O caso aconteceu na noite de quarta-feira (21), em Caiapônia, no Sudoeste de Goiás.

Portal 6 apurou que a criança estava sob os cuidados do pai, em uma residência no Setor Sul, enquanto a mãe, de 18 anos, trabalhava em um estabelecimento comercial da cidade.

Por volta das 23h, incomodado com o choro intenso do filho, o adolescente apertou o pescoço do bebê com força, conforme ele próprio admitiu à Polícia Militar (PM).

A criança foi encontrada desacordada cerca de dez minutos depois. Segundo o relato do pai, ele havia deixado o filho em um bebê-conforto na sala enquanto realizava tarefas domésticas.

Ao perceber que o bebê não reagia, o adolescente entrou em contato com a companheira e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A vítima foi levada ao hospital, mas já chegou à unidade sem sinais vitais. Durante o atendimento, o médico plantonista identificou diversos hematomas pelo corpo da criança, o que levantou suspeitas sobre as circunstâncias da morte.

A equipe médica comunicou o caso à PM, que foi até o hospital e ouviu o pai. Diante da confissão, o adolescente foi encaminhado à delegacia, onde a autoridade policial determinou a apreensão em flagrante.

O Instituto Médico Legal (IML) de Iporá foi acionado para realizar os exames que deverão esclarecer a causa da morte e a relação das lesões identificadas com o óbito.

O caso foi registrado como ato infracional análogo ao crime de homicídio qualificado e será investigado pela Polícia Civil (PC).

 

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