Publicado por: Marcelo José de Sá Diretor-Presidente e Editor-Geral do Site do Jornal Espaço
Pentágono diz que defesas antiaéreas iranianas foram “significativamente degradadas”, mas admite que Teerã ainda mantém capacidade de lançar mísseis em resposta aos ataques dos EUA e de Israel
Os Estados Unidos começaram a voar bombardeiros B-52 sobre o território iraniano pela primeira vez desde o início da guerra, afirmou nesta terça-feira (31) o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine.
Os B-52 são vistos como alvos mais vulneráveis a sistemas de defesa antiaérea do que caças ágeis ou aeronaves furtivas ao radar. Por isso, a decisão de usar esses bombardeiros em voos sobre o Irã é interpretada como um sinal de confiança do comando militar dos EUA de que a capacidade iraniana de derrubar essas aeronaves foi, em grande parte, neutralizada.
A mudança de postura indica, segundo o próprio general, que as defesas antiaéreas do Irã foram “significativamente degradadas” após semanas de ataques.
Apesar disso, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, reconheceu que Teerã ainda mantém capacidade de retaliação, mesmo após cerca de um mês de bombardeios conduzidos em conjunto por Estados Unidos e Israel.
“Eles vão lançar alguns mísseis; nós vamos derrubá-los”, disse Hegseth, em coletiva no Pentágono ao lado de Caine.
De acordo com o general Caine, a estratégia americana neste momento está concentrada em atacar cadeias de suprimento que alimentam a produção de mísseis, drones e navios militares pelo Irã.
O objetivo é dificultar a reposição dos estoques destruídos por milhares de incursões aéreas dos EUA desde o início da ofensiva.
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