Publicado por: Marcelo José de Sá Diretor-Presidente e Editor-Geral do Site do Jornal Espaço
Órgão propõe ‘promover estabilidade, paz e governança em áreas de conflito’; líderes temem ameaça ao trabalho da ONU
“Tenho algumas pessoas controversas nisso”, disse Trump após críticas a convites de líderes autoritários. Foto: Nathan Posner/Anadolu/Getty Images via CNN Newsource
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está tendo dificuldades para atrair aliados ocidentais para seu Conselho da Paz. Até agora, ele conseguiu o apoio de monarcas do Oriente Médio, do homem conhecido como o último ditador da Europa e de pelo menos um líder procurado por crimes de guerra.
Trump convidou dezenas de países para se juntarem ao conselho que busca resolver conflitos globais, mas seu escopo alarmou vários aliados dos EUA, assim como o comentário do líder americano de que ele “poderia” substituir as Nações Unidas.
O conselho, presidido indefinidamente por Trump, foi originalmente concebido como um órgão limitado encarregado de supervisionar a reconstrução da Fixa de Gaza, devastada pela guerra de dois anos travada por Israel. No entanto, seu propósito se expandiu para abordar conflitos em todo o mundo, e a minuta da carta, enviada com os convites para adesão, sequer menciona Gaza.
Os adversários dos EUA, Rússia e China, bem como o antigo Estado repressivo de Belarus, estão entre os convidados a se juntarem ao conselho, que oferece assentos permanentes por um custo de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,3 bilhões). Aliados europeus, estados árabes ricos em petróleo do Golfo Pérsico, ex-repúblicas soviéticas e até o Papa também receberam convites para participar.
Mas uma cerimônia de assinatura à margem do Fórum Econômico Mundial, na cidade suíça de Davos, contou com a presença de menos de 20 países — a maioria do Oriente Médio, Ásia e América do Sul —, bem menos do que os cerca de 35 previstos por um alto funcionário do governo a jornalistas no início desta semana. Líderes europeus estavam visivelmente ausentes. A única nação da Europa Ocidental representada foi a Hungria, um dos aliados mais próximos da Rússia na Europa.
Aqui está o que você precisa saber sobre o Conselho, quem está participando e quem não está.
O que é o Conselho da Paz?
Trump havia inicialmente proposto o Conselho da Paz como parte da segunda fase do plano de cessar-fogo de 20 pontos para Gaza, mediado pelos EUA, em setembro.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas apoiou o plano em novembro — conferindo-lhe legitimidade internacional — com um mandato para que o Conselho supervisionasse a desmilitarização e a reconstrução de Gaza.
Mas Trump tinha planos de longo prazo. A minuta da carta constitutiva, obtida pela CNN Internacional, descreve o Conselho da Paz como uma “organização internacional” que promove a estabilidade, a paz e a governança “em áreas afetadas ou ameaçadas por conflitos”.
De acordo com a carta constitutiva, Trump atuará como presidente do conselho por tempo indeterminado, podendo permanecer no cargo além de seu segundo mandato como presidente.
O Conselho da Paz ficará acima de um “Conselho Executivo fundador” que inclui o genro de Trump, Jared Kushner, o Secretário de Estado Marco Rubio, o enviado especial Steve Witkoff e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair.
Em seu discurso na cerimônia em Davos, na quinta-feira, Kushner reconheceu desde o início que “a paz é um acordo diferente de um acordo comercial”.
Kushner afirmou que o “plano diretor” do governo para a reconstrução de Gaza “não tem um plano B” além de seu esforço multifacetado para acabar com a guerra e transformar a região.
O genro do presidente enfatizou que grande parte desse plano depende da desmilitarização do grupo terrorista Hamas. Ele prometeu que os EUA “vão fazer cumprir” essa parte do acordo de cessar-fogo, sem fornecer detalhes.
Mas uma série de slides com imagens compostas de arranha-céus futuristas, novas estradas e infraestrutura energética anteciparam outra visão.
Trump chamou Gaza de “uma bela propriedade” e disse ser “um homem do ramo imobiliário de coração” ao falar sobre a reconstrução da Faixa devastada pela guerra.
Quem aceitou?
Os Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Egito, Catar, Bahrein, Paquistão, Turquia, Hungria, Marrocos, Kosovo, Armênia, Argentina e Paraguai aceitaram o convite de Trump. Assim como os estados da Ásia Central Cazaquistão, Mongólia e Uzbequistão, e as nações do Sudeste Asiático Indonésia e Vietnã.
O presidente israelense, Benjamin Netanyahu, também aderiu, embora tenha se irritado com a inclusão de autoridades turcas e catarianas no Conselho Executivo de Gaza e enfrente um mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional.
Não havia nenhum representante israelense no palco da cerimônia do Conselho da Paz, embora o presidente israelense, Isaac Herzog, estivesse em Davos. Netanyahu não compareceu.
A Armênia e o Azerbaijão, que assinaram um acordo de paz mediado pelos EUA no ano passado, que daria aos EUA acesso exclusivo ao desenvolvimento de um corredor de trânsito crucial na região, também concordaram em participar.
O líder bielorrusso Alexander Lukashenko, frequentemente descrito como o último ditador da Europa e um aliado fundamental do presidente russo Vladimir Putin, aderiu.
“Tenho algumas pessoas controversas nisso”, disse Trump à CNN Internacional, referindo-se à sua afirmação de que Putin concordou em participar. O líder russo ainda não confirmou sua decisão, embora tenha mencionado a possibilidade de usar ativos russos congelados nos EUA para pagar a taxa de US$ 1 bilhão por uma vaga permanente. A possível inclusão de Putin gerou preocupação sobre como um país em guerra ativa poderia se envolver em um esforço para garantir a paz.
Witkoff e Kushner devem chegar a Moscou na quinta-feira para conversas com Putin, que se concentrarão em um acordo de paz com a Ucrânia.
O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, que repetidamente criticou Trump por romper com a “ordem global baseada em regras” e impor tarifas punitivas, pretende aderir ao acordo com algumas condições. Ele afirmou que os detalhes, incluindo os financeiros, ainda precisam ser definidos.
Putin e Carney não compareceram à cerimônia em Davos na quinta-feira.
Quem recusou?
Algumas nações não se comprometeram, enquanto outras rejeitaram os convites.
O Reino Unido afirmou que não assinaria devido a preocupações com o envolvimento da Rússia.
A ministra das Relações Exteriores britânica, Yvette Cooper, disse à BBC na quinta-feira que seu país não seria um dos signatários “porque se trata de um tratado jurídico que levanta questões muito mais amplas”.
“Também temos preocupações com a participação de Putin em algo que fala sobre paz, quando ainda não vimos nenhum sinal de que haverá um compromisso com a paz na Ucrânia”, disse ela.
França e Noruega recusaram o convite, em parte devido a questionamentos sobre como o Conselho da Paz funcionaria em conjunto com a ONU.
A China confirmou o convite, mas não se pronunciou sobre a adesão. Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores afirmou na quarta-feira que a China “manterá seu firme compromisso com a salvaguarda do sistema internacional, tendo a ONU como núcleo”.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse ser difícil imaginar a participação da China “em qualquer conselho com a Rússia”. A questão, segundo ele, “é que a Rússia é nossa inimiga e Belarus é sua aliada”.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, afirmou que a adesão poderia levantar questões constitucionais e recusou-se a comparecer à cerimônia de assinatura. A ministra das Relações Exteriores da Irlanda, Helen McEntee, disse que analisaria cuidadosamente o convite.
Quais são as preocupações?
O Conselho da Paz de Trump está envolto em controvérsias.
Diplomatas, autoridades e líderes mundiais expressaram grande preocupação com a ampliação do escopo do conselho, a presidência indefinida de Trump e os potenciais danos que isso poderia causar ao trabalho da ONU.
Os Estados-membros cumprirão mandatos de três anos, após os quais deverão pagar US$ 1 bilhão por uma vaga permanente. Os fundos arrecadados serão destinados à reconstrução de Gaza, segundo um funcionário americano, mas a medida tem sido criticada por ser suscetível à corrupção.
O comentário de Trump de que o Conselho “poderia” substituir a ONU aumentou as preocupações de que ele possa se tornar um instrumento para que ele suplante o órgão criado há 80 anos para manter a paz mundial. A carta constitutiva do Conselho menciona “instituições que falharam com muita frequência”, sem citar a ONU, organização que Trump criticou repetidamente.
O principal funcionário humanitário e coordenador de ajuda emergencial da ONU, Tom Fletcher, disse à CNN Internacional que o Conselho da Paz de Trump não substituirá sua organização.
“Deixo claro, e meus colegas também, que as Nações Unidas não vão a lugar nenhum“, afirmou.
Da Redação do Site do Jornal Espaço
Antes de eu mencionar usar a frase citada no texto: “a medida tem sido criticada por ser suscetível à corrupção.” Vamos falar um pouco de um livro insubstituível por qualquer que seja o ser humano, por mais poderoso que seja, pois nesse livro, está escrito e foi deixado para a humanidade, em todas as épocas pelo próprio Deus, falando através de seus profetas que; não haverá paz em Israel. Eu estou falando da Bíblia Sagrada, senhor Donald Trump, o seu ‘Plano de Paz’, mais está para uso negocial de que para um verdadeiro plano de paz, que nunca vai existir, mesmo que nós humanos quiséssemos. Porque nada pode passar por cima dos propósitos de Deus. A Bíblia Sagrada cita em um de seus texto sagrados, no livro do profeta Ezequiel 13:16 que os profetas que viam visões de paz para Jerusalém estavam enganados, pois “não havendo paz, diz o Senhor Deus .” Outros textos como Tessalonicenses 5:3 alertam que, quando disserem “há paz e segurança,” sobrevirá a destruição repentina. Isso comprova o que a Bíblia diz, pois do Velho Testamento, A Palavra de Deus dá um salto dos dias anteriores ao do Velho Testamento, para os dias do Novo Testamento, ou seja entra em concordância entre o diz o Pai Deus, e o Filho, Jesus Cristo.
Principais referências bíblicas:
– Ezequiel 13:1: Refere-se aos profetas que enganavam o povo dizendo que “paz” quando não há paz”, isso é o que está acontecendo agora.
– Jeremias 6:14 e 8:11: relatam profetas e sacerdotes enganando o povo ao dizer “Paz, paz”, quando não há paz, devido às feridas profundas da nação.
– 1 Tessalonicenses 5:3: Menciona que “quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição”.
– Mateus 10:34: Jesus afirma: “Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada”.
Esses versículos são comumente interpretados (anunciados) como um cenário de instabilidade perpétua no Oriente Médio que persistirá, até as profecias finais , como a segunda vinda de Jesus Cristo.
Então esses acordos podem até ser vistos como uma solução para a paz no Oriente Médio, mas não se enganem. Não haverá paz em Israel. Isso é Bíblico e eu, Marcelo José de Sá Editor-Presidente e Diretor-Geral do Jornal Espaço e do Site do Jornal Espaço, como escolhido de Deus, para levar a verdade em tempos de enganação entre as nações do mundo inteiro, que se vivem hoje, e de todo o Universo, de todo o Espaço, confirmo em Nome de Jesus Cristo essa profecia.
O Plano de Paz de Donald Trump vai servir apenas para mais uma via de escoamento da corrupção no mundo, para sugar as nações.
“Ora homens, filhos de homens, porque buscais aquilo que não lhes convém? Antes buscai a salvação de suas almas pecadoras e prostituídas na idolatria. E vós autoridades, que buscais? Porque não tendes o bom ânimo de servir conforme meus ensinamentos, assim suas nações não estariam doentes.” Diz o Senhor Nosso Deus.
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