Em entrevista à TV Brasil Central, o governador Ronaldo Caiado (DEM) concedeu entrevista para falar sobre os primeiros 100 dias de sua gestão. Ao longo da conversa com a jornalista Marcela Freitas, Caiado fez diversos comentários atacando as gestões anteriores mas foi positivo em sua visão de um estado de Goiás melhor. Apresentou números prósperos com relação a segurança, afirmou que está fazendo um governo com transparência total e profissionalizando a gestão pública para não deixar que focos de corrupção existam e está preparando um Estado que possa progredir.
Caiado aproveitou para agradecer os eleitores que o elegeram em primeiro turno e apesar dos 4 bilhões que recebeu em dívidas está trabalhando firme para que os problemas possam ser sanados. Médico de formação tratou do assunto. Lamentou a situação lastimável que encontrou o Hospital Materno Infantil sem qualquer estrutura para atendimento. “A situação era de dar dó”, lamentou. “Tem crianças ali que nascem pesando menos de meio quilo. São casos graves”. Mas garantiu que a situação irá mudar. “Conseguimos em 102 dias, dar 55 leitos: 10 de UTI e os outros de enfermagem”. O objetivo será de colocar à disposição das mães que irão dar à luz a seus filhos um “padrão de respeito”. “A criança terá toda a aparelhagem. Toda a condição da acompanhante ficar. Tudo de mais moderno. A estrutura de UTI e as condições necessárias. Na enfermaria, o mesmo tratamento”, salientou.
Garantiu que o que está vivenciando é apenas uma situação “de transição”. Afirmou que no final do governo, “o Materno Infantil será referência e motivo de orgulho para as pessoas que precisam de usá-lo”, sentenciou.
O governador democrata também comemorou os 150 milhões prometidos pelo ministério da Saúde. O ministro Henrique Mandetta garantiu o valor em visita a Goiânia durante a semana passada. “Serão 100 milhões para investimentos na saúde e outros 50 milhões custear e garantir para que a obra fique aberta”. Aqui, Caiado faz menção aos governos anteriores afirmando que não serão obras que apenas irão ficar na inauguração, mas também serão operantes. “É necessário manter a estrutura”. Relembrou hospitais que foram inaugurados diversas vezes, mas nunca tiveram atendimentos realizados.
Fonte: Jornal do Vale