quinta-feira - 26 - março - 2026

Brasil / Senado Federal / CPMI do INSS: Carlos Viana defende suspensão de empréstimos consignados de aposentados

Publicado por: Marcelo José de Sá Diretor-Presidente e Editor-Geral do Site do Jornal Espaço

 

Senador ainda disse haver ‘indícios preocupantes’ de fraudes no sistema, com a menção a dados já conhecidos da CPMI

Presidente da CPMI, o senador Carlos Viana é um dos autores de requerimento para ouvir o advogado Fonte: Agência Senado
Segundo o senador, a suspensão temporária dos consignados já ativos daria tempo para revisar contrato. Foto: Carlos Moura/Agência Senado

 

O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, defendeu nesta terça-feira (18) a suspensão por 180 dias da cobrança de parcelas de empréstimos consignados já contratados. Segundo o senador, a suspensão temporária dos consignados já ativos daria tempo para revisar contratos, identificar irregularidades e evitar que aposentados continuem a pagar por serviços ou operações que não reconhecem. “Durante esses 180 dias nenhuma parcela seria descontada do benefício e ninguém seria considerado inadimplente. É uma medida de proteção social para que o aposentado não continue pagando por algo que ainda precisa ser revisado”, disse.

O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, defendeu nesta terça-feira (18) a suspensão por 180 dias da cobrança de parcelas de empréstimos consignados já contratados. Segundo o senador, a suspensão temporária dos consignados já ativos daria tempo para revisar contratos, identificar irregularidades e evitar que aposentados continuem a pagar por serviços ou operações que não reconhecem. “Durante esses 180 dias nenhuma parcela seria descontada do benefício e ninguém seria considerado inadimplente. É uma medida de proteção social para que o aposentado não continue pagando por algo que ainda precisa ser revisado”, disse.

Viana ainda disse haver “indícios preocupantes” de fraudes no sistema, com a menção a dados já conhecidos da CPMI. De acordo com ele, mais de 1,6 milhão de aposentados podem ter sofrido descontos que exigem reavaliação. Ele disse que há um conjunto de operações, ainda sob análise, que pode somar até R$ 12 bilhões em créditos concedidos irregularmente.

“Estamos falando de idosos que trabalharam a vida inteira e hoje ficam com R$ 400, R$ 500 para sobreviver, porque o restante some em consignados que muitos sequer lembram de ter autorizado”, criticou.

Com informações da Agência Senado

 

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