Valores entrarão em vigor em 1º de julho e serão revisados em meados de 2023 | Foto: Divulgação
Publicado por: Marcelo José de Sá – Editor-Presidente e Diretor-Geral do Site do jornal Espaço
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O consumo de energia elétrica no país fechou os primeiros três meses do ano com queda acumulada de 4,2% em relação ao mesmo período do ano passado
(Marcelo Camargo/Agência Brasil)
De acordo com agência, alta reflete a inflação e o maior custo com as usinas termelétricas em 2022, acionadas em momentos de crise hídrica
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21/6) o novo reajuste nos valores das bandeiras tarifárias da conta de luz (cobrança extra quando aumenta o custo de produção de energia no país). Os aumentos irão de 3,2% a 63,7%, dependendo do tipo da bandeira.
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Os valores entrarão em vigor em 1º de julho e serão revisados em meados de 2023. Segundo a Aneel, os reajustes incidem na conta de luz em caso de escassez hídrica ou qualquer fator que aumente o custo de produção de eletricidade.
Ainda de acordo com a agência, a alta reflete a inflação e o maior custo com as usinas termelétricas em 2022, acionadas em momentos de crise hídrica.
Os aumentos não encarecerão de imediato as contas de luz porque, desde abril, a bandeira tarifária está verde, quando não ocorre cobrança adicional. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a bandeira verde será mantida até dezembro, por causa da recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas no início do ano.
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Confira os novos valores das bandeiras tarifárias:
– Bandeira verde: sem cobrança adicional;
– Bandeira amarela: +59,5%, de R$ 18,74 para R$ 29,89 por megawatt-hora (MWh);
– Bandeira vermelha patamar 1: +63,7%, de R$ 39,71 para R$ 65 por megawatt-hora (MWh);
– Bandeira vermelha patamar 2: +3,2%, de R$ 94,92 para R$ 97,95 por megawatt-hora (MWh).
(Com informações de Agência Brasil)


