Publicado por: Marcelo José de Sá Diretor-Presidente e Editor-Geral do Site do Jornal Espaço
Embora tenha manifestado arrependimento, paramédico se declarou culpado das acusações e foi condenado a 25 anos de prisão

Além de ter contaminado alimentos de colegas de trabalho, ele filmava seus atos e postava na internet. Foto: Reprodução/Baltimore County Police
Christopher Carroll, um paramédico de 36 anos que trabalhava para o Corpo de Bombeiros do condado de Baltimore (em Maryland, Estados Unidos), foi condenado a 25 anos de prisão nesta terça-feira (13) por espalhar intencionalmente seus fluidos corporais pelo seu local de trabalho.
Na audiência em que ouviu sua sentença, Caroll chorou e se disse arrependido, mas foi considerado culpado por indução intencional e consciente a fluidos corporais de outra pessoa e foi mantido sob custódia, sem direito à fiança, no Centro de Detenção do Condado de Baltimore.
Detalhes perturbadores
A investigação a respeito dos atos de Carroll começou no final de 2025 e revelou detalhes perturbadores.
Carroll foi acusado de se masturbar e urinar em equipamentos de trabalho, alimentos e em pertences pessoais de colegas dentro da central do Corpo de Bombeiros e no Edifício de Segurança Pública do Condado de Baltimore.
De acordo com a promotoria, ele teria colocado seu sêmen dentro do recipiente de creme na cafeteria de uso comum, e também no teclado do computador de sua supervisora.
Carrolll também teria urinado dentro da máquina de gelo da central dos bombeiros e teria contaminado outros alimentos com fluidos corporais diversos.
A polícia de Baltimore afirma que as ações de Carroll foram registradas pelas câmeras de segurança e que, além disso, ele mesmo teria se filmado cometendo os atos para, posteriormente, publicar os vídeos nas redes sociais.
Além do ambiente de trabalho
Os atos de Carroll não ficaram restritos apenas ao ambiente de trabalho. A promotoria diz que ele foi filmado urinando dentro de um aromatizador de ar em um consultório médico para, depois, reconectar o aparelho à tomada.
De acordo com a promotoria também, Carroll teria cometido outros atos não especificados na presença de seus dois filhos.
Durante o período de investigação, Carroll foi suspenso de seu trabalho no corpo de bombeiros de Baltimore.
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