A condenação foi após a polícia descobrir diversos diários onde ele descrevia cenas íntimas com diversas crianças. A presidente do tribunal na comuna de Saintes, Isabelle Fachaux, disse que o ex-cirurgião continuou a cometer os crimes após ter sido denunciado em 2005.
A defesa de Joël disse que ele pediu o “direito de voltar a ser um homem melhor”, mas que “sabe que o que fez é imperdoável”.