Publicado por: Marcelo José de Sá Diretor-Presidente e Editor-Geral do Site do Jornal Espaço
Conteúdo com coelhos e pintinhos era comercializado por até 50 euros em plataformas; ela foi detida na Bela Vista, região central da capital paulista
Mulher maldita endemoniada, covarde, que torturava animais e vendia vídeos entre 20 e 50 euros no Discord
Uma mulher, identificada como Daiana Schuinsekel de Almeida, foi presa na Bela Vista, região Central de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (28), por gravar a tortura de animais e comercializar em uma rede social.
Sapatos usados durante as sessões de tortura, ainda sujos de sangue dos animaizinhos
De acordo com as investigações, a denúncia foi feita por uma ONG da Bulgária, que denunciou que a mulher gravava torturas a coelhos e pintinhos. Segundo fontes da Polícia Civil, ela vendia esses conteúdos na Europa por quantias que variavam entre 20 e 50 euros no Discord e em plataformas semelhantes.
A CNN Brasil apurou que a mulher foi presa após ser identificada por uma tatuagem e marcas nas pernas. Segundo as investigações, um mandado judicial pedindo a prisão dela já havia sido expedido.
No momento em que Daiana foi detida, ela confessou os crimes, mas afirmou se tratar de um conteúdo antigo. Questionada pelos policiais a respeito do local em que os animais estavam, a mulher afirmou que preferia ficar calada.
Na casa da mulher, foram localizados os sapatos utilizados para as sessões de tortura, segundo a polícia. Veja:
As gravações mostram Daiane nua, enquanto pisa nos animais, geralmente filhotes, com saltos altos e tênis de plataformas. A CNN Brasil não vai divulgar o conteúdo por se tratarem de imagens sensíveis.
A empresária responderá pelos crimes de maus-tratos, zoosadismo e comercialização de vídeos de violência. A prisão foi realizada pela 3ª delegacia do DPPC (Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente).
Em nota, o Discord afirmou que mantém políticas rigorosas que proíbem o abuso de animais e outros conteúdos prejudiciais, por meio de sistemas robustos de fiscalização e moderação.
A defesa de Daiane não foi localizada pela reportagem. O espaço segue aberto.
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