Publicado por: Marcelo José de Sá Diretor-Presidente e Editor-Geral do Site do Jornal Espaço
Fenômeno climático pode reaparecer entre maio e julho e tende a ser intenso, segundo a Organização Meteorológica Mundial, após impulsionar recordes de temperatura global nos últimos anos
THIBAUD MORITZ / AF

As condições oscilam entre El Niño e seu oposto, La Niña, com fases neutras entre ambos. O último episódio de El Niño contribuiu para que 2023 fosse o segundo ano mais quente já registrado e 2024 o mais quente de todos.
“Após um período de condições neutras no início do ano, agora os modelos climáticos apontam claramente na mesma direção e preveem, com um nível de confiança elevado, a instauração de um episódio de El Niño, que ganhará mais força nos meses seguintes”, afirmou Wilfran Moufouma Okia, diretor de previsão climática da OMM.
“Os modelos indicam que pode ser um episódio intenso, mas a chamada barreira de previsibilidade da primavera (hemisfério norte) adiciona incerteza às previsões geradas nesta época do ano. Em geral, a confiabilidade das previsões aumenta após o mês de abril”, acrescentou.
El Niño costuma acontecer a cada dois a sete anos, com duração de entre nove e 12 meses.
*AFP
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