Publicado por: Marcelo José de Sá Diretor-Presidente e Editor-Geral do Site do Jornal Espaço
Julgamento teve início nesta segunda-feira e deve durar sete dias. A acusação aponta complexidade do caso, múltiplos réus, vítimas e mais de 20 testemunhas a serem ouvidas

João Darcs, advogado de acusação, aponta que penas podem passar dos 300 anos – (créditos: Marcelo Ferreira/CB/DA Press)
Teve início nesta segunda-feira (13/4) o julgamento do caso considerado como a maior chacina do Centro-Oeste, que deixou dez pessoas da mesma família mortas entre o fim de 2022 e janeiro de 2023. A acusação espera que, em caso de condenação, as penas ultrapassem 300 anos de prisão para a maioria dos réus.
Julgamento ocorre em Planaltina.
A avaliação é do assistente de acusação João Darcs, que representa a família de uma das vítimas. Segundo ele, a expectativa é de que o Tribunal do Júri reconheça a gravidade dos crimes e aplique penas proporcionais à participação de cada acusado.
“O que se espera é a condenação a penas superiores a 300 anos, com exceção do Carlos Henrique, cuja participação, ao que tudo indica, foi mais restrita”, afirmou. Segundo ele, a individualização das condutas será um ponto central para a definição das penas. “Cada um vai responder na medida da sua culpabilidade”, afirmou.
Réus chegaram escoltados para o julgamento.
De acordo com o assistente de acusação, o julgamento começa com a oitiva das testemunhas de acusação e, em seguida, da defesa. Ao final dessa fase, os réus serão interrogados e poderão optar por permanecer em silêncio ou apresentar suas versões dos fatos.
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