segunda-feira - 30 - março - 2026

Brasil / Armamento de Guerra / Míssel Meteor: Brasil mostra seu míssil mais poderoso em disparo inédito pelo caça Gripen

Publicado por: Marcelo José de Sá Diretor-Presidente e Editor-Geral do Site do Jornal Espaço

 

Meteor é um dos mísseis mais letais da atualidade e um dos mais avançados do mundo; lançamento foi feito sob supervisão da FAB

Na América do Sul, apenas o Brasil conta com um míssil do tipo  • Foto: Divulgação/FAB

 

A FAB (Força Aérea Brasileira), realizou o primeiro disparo do míssil Meteor pelo novo caça sueco, o F-39 Gripen, neste mês de novembro, em Natal, no Rio Grande do Norte. O Meteor é um dos mísseis mais letais da atualidade e um dos mais avançados do mundo.

Na América do Sul, apenas o Brasil conta com um míssil do tipo, o que o torna o mais poderoso do continente. Dentre os países que já operam com o Meteor, estão a França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Espanha, Suécia e Índia.

Durante o teste realizado pela FAB, o míssil atingiu alvos aéreos manobráveis Mirach 100/5, drones que simulavam perfis de voo de caças em alta velocidade e altitude. A intenção foi criar um cenário desafiador para avaliar a precisão do míssil.

O Meteor é um míssil com capacidade além do alcance visual contra alvos a longa distância, como caças, drones e mísseis de cruzeiro, em um ambiente com maciça interferência de contramedidas eletrônicas.
Um dos mísseis mais poderosos do mundo

Dentre os diferenciais que tornam o Meteor tão poderoso estão sua capacidade de ser lançado sem emitir sinais de seu radar até chegar mais próximo do alvo, o que dificulta a detecção e aplicação de contramedidas por aeronaves adversárias.

Além disso, o míssil conta com um link de dados bidirecional que permite que a aeronave de caça forneça atualizações de destino no meio do curso ou redirecionamento, se necessário, incluindo dados de outras aeronaves.

Diferentemente dos mísseis convencionais, o Meteor conta com um motor “ramjet”, capaz de modular a velocidade e consumo de combustível durante o voo, com isso, o míssil acelera na parte final, quando o alvo se encontra sem a possibilidade de escapar, o chamado escape zone.

 

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